• Alunos 7º ano (Professora Paula Lima)

ESTRANHAS COISAS, COISAS DE ESTRANHAR

Atualizado: 4 de dez. de 2021



Isto é que é de estranhar,

o porco a mugir,

a vaca a grunhir,

o cavalo a nadar

e o peixe a cavalgar.


Na floresta,

um leão encontrei

e na savana,

com um alce me espantei!


Quando a casa cheguei,

com o meu pássaro a miar

e o meu gato a chilrear me deparei.


Com tanta coisa a acontecer,

quase cheguei a entontecer,

até que acordei,

e percebi que com tudo isto sonhei!


Santiago Arada, Simão Ferreira 7º A


Estranhar, estranhar

É o Sporting ganhar

A bancada a choramingar

E os benfiquistas a festejar.


O Benfica a lucrar

Sem dinheiro a entrar

Com o Costa sem suportar

Isso sim é de estranhar.


O Porto sem ganhar

O Pepe a enervar

Com o Manafá a ensinar

Aos outros como jogar.


O Placar a descolar

As pessoas a apostar

Em qual irá ganhar

Portugal lá no Qatar!


David e Tiago Moreira 7ºA



Rei a trabalhar

Escravos a reinar


Pássaro a rastejar

Minhoca a voar


Alunos a ensinar

Professores a estudar


Jogador a dançar

Bailarina a jogar




Pincel a apagar

Borracha a pintar

Só acontece se eu estiver a sonhar!


Alice Rosa e Rita Cardoso 7º A



Numa noite ensolarada

acordei a adormecer

as orelhas a espirrar

o nariz a ouvir


A rua veio até mim

Os passeios por cima estavam

Navios a voar

Carros a nadar

E aviões a andar


Um mundo invertido

Ou pesadelo da realidade?

Os cavalos miavam

As ovelhas ladravam


Polícias a roubar

Ladrões a prender

Alunos a escrever

E professores a desaprender


Mundo invertido

Ou pesadelo da realidade?


Ainoha Remesar e Gonçalo Pinto 7ºC


Tinha eu acabado de chegar,

quando comecei a estranhar

o que estava a observar.


Alunos a ralhar

com funcionários a gritar.


Os professores a aprender,

os alunos a ensinar.


Isto é peculiar,

só devo estar a sonhar.


Sara Pinto e Diogo Teixeira Carrasquinho 7º C




Um pobre que estava a andar sem se cansar, encontrou uma cabana para se deitar. Entrou para dormitar mas ao acordar entrou num mundo de imaginar.


Num sítio de encantar, viu peixes a cantar, flores a voar, árvores a bocejar e até um mudo a falar. Depois de se beliscar, assumiu que não era a fome a chamar. Estar lá era o que ele queria para que os problemas fossem passear. Encontrou também paralíticos a andar e animais a rodar. Voltar foi o que ele nunca mais quis para que não continue a implorar.


Tiago Pires e Ana Beatriz 7ºC



Um mar de estranhar

Onde não posso nadar

Uma escola de espantar

Onde não posso brincar


Um quarto de brincar

Onde não posso sonhar

Uma cozinha de cozinhar

Onde não posso temperar


Um parque de morrer

Onde não posso correr

Um restaurante de temer

Onde não posso comer


Um filme de terror

Onde não posso gritar

Um hospital sem dor

Onde não existe doutor


Uma rima de estranhar

Onde irá acabar?


Francisco Malheiro e Mariana Azevedo 7º C (Professora Paula Lima)



Hoje acordei para adormecer,

Ir para a escola desaprender.

No caminho para a escola,

Era noite sem lua.


Os carros comiam folhas,

E os caracóis a mil à hora andavam.

Os funcionários desensinavam,

E os professores desaprendiam.


Encontrava-me no 0

Subi as escadas para o -1.

Entrei na sala, peguei num lápis,

E apaguei o que o lápis escreveu.

Joguei Minecraft com o meu livro,

E fiquei aborrecido com o meu telemóvel.


Chegou o meu cão

Para me levar a passear.

E cheguei finalmente a casa,

Para poder acordar!


Estranhas coisas, coisas de estranhar!


Raphaël Nanguy e Simão Cerejeira Ribeiro 7º C (Professora Paula Lima)



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