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DA MINHA JANELA...

Atualizado: Fev 22

Nas aulas de Português do 5º ano, os alunos estão a trabalhar o texto descritivo. Em confinamento, mantêm-se em segurança dentro das suas casas e no E@D foi-lhes proposta a escrita de um texto com o título "Da minha janela …".


Da minha janela vejo prédios, algumas moradias e o movimento na rua que já teve melhores dias. Estão pintados de vermelho, verde e azul, num arco-íris de cores que para a beleza da cidade contribui.

Da minha janela vejo pais e filhos nas tarefas do dia a dia, dentro das casas que antes estavam sempre vazias. Da minha janela vejo o quartel dos bombeiros, de onde saem ambulâncias o dia inteiro.

Da minha janela, antigamente, via muitas pessoas a passar, mas hoje são tão poucas que facilmente as consigo contar. Passa agora uma e, de longe a longe, outra pessoa, numa avenida onde antes circulava uma multidão.

Da minha janela vejo o mar azul-esverdeado, tão frio, agitado e salgado.

Da minha janela vejo o Sol a nascer e, mais tarde, o entardecer, de tons amarelo, laranja, e até um pouco avermelhado.

Da minha janela vejo pássaros e gaivotas a voar, num bailado que parece ensaiado.

Sinto o bater da chuva na janela, num ritmo compassado, e pela direção e intensidade do vento pressinto a nortada.

Da minha janela vejo um mundo diferente daquele que conhecia e espero que tudo volte a ser igual e vá embora esta pandemia.

Lara 5º A


Da minha janela eu vejo o meu cão a passear no pátio da minha casa, o meu jardim e as minhas árvores de fruto.

Da minha janela eu vejo o pátio e o jardim do meu vizinho e também o recreio de um colégio.

Da minha janela eu vejo um campo cultivado com cebolas e batatas ou com couves e alfaces e, à volta, várias árvores de fruto, figueiras, nespereiras ou cerejeiras, num painel de cores tão diversas e tão alegres.

Da minha janela eu vejo o nascer do sol e os pássaros a voar no céu azul

Da minha janela eu vejo ao longe, até ao horizonte, casas, montes e campos.

Inês Vilar Caetano 5º A


Da minha janela consigo ver a enorme casa do meu vizinho, pintada de vermelho e branco, com um quintal cheio de pedras e plantas coloridas. Também vejo uma fileira de casas na minha rua e, mais ao longe, um grande hotel com as paredes pintadas de cor verde-água.

Normalmente, consigo ouvir o som dos carros e o barulho do mar, assim como sentir o cheiro a maresia.

Maria João 5º A


Da minha janela vejo as pingas da chuva a cair, uma a uma, pelas folhas, escorrendo por um tronco até chegar à relva molhada e fria.

À frente, reparo no poço em pedra e redondo onde o meu gato Quico costuma apanhar o sol luminoso e brilhante e, ao fundo, observo o meu pato branco, o Bolas, que adora tomar banho de chuva e fica muito branco e limpo.

À esquerda, vejo as laranjas grandes, sumarentas e deliciosas das laranjeiras, que caíram no meu relvado, verde e molhado. À direita, num canteiro, estão as macieiras, as pereiras, as tangerineiras a crescer, pouco a pouco, e a dar os seus frutos, maçãs, peras e tangerinas grandes e boas para se comer.

Perto destas árvores, estão as flores que mudam ao longo do tempo, conforme as estações do ano.

Atrás do muro, observo os prédios altos, largos e pintados de cor amarela.

Normalmente, ouço o som dos carros a passar na minha rua e também a música alegre e calma do ginásio que existe perto de minha casa.

Miguel Marques 5º A


Da minha janela, vejo uns lindos campos de milho.

Da minha janela, vejo uma casa lá no fundo, clássica, pintada de branco e bonita. Atrás dela, reparo nuns grandes montes, mesmo perto daquele pôr do sol tão lindo.

Às vezes passam uns passarinhos maravilhosos, que até parece que estão a pedir para lhes tirar uma foto.

Nem falo do arco-irís...

Diogo 5º A


Da minha varanda vejo...

A varanda é um sítio encantador, porque é possível ver mais longe e assim o nosso horizonte também é maior.

O céu fica mais próximo e é possível imaginar como seria estar numa nuvem, deitada naquele algodão macio e voar... seria um encanto.

Observo da varanda que as pessoas ficam mais pequenas,

e eu, da minha varanda, parece que domino o mundo,

imagino um mundo à minha maneira.

Uma varanda faz-me sonhar…

Inês Massa 5º A


Da minha varanda...

Da minha varanda eu vejo o nascer do sol.

Acordo, levanto-me e vejo as árvores frondosas do meu jardim e os vizinhos, ainda de pijama, a saborear a brisa que corre nas suas janelas.

No inverno, vejo a chuva branda ou forte a cair e a pingar na minha varanda. Na primavera vejo as flores de várias cores, numa alegria contagiante e no verão vejo o sol, quente e brilhante a iluminar a minha janela. No outono vejo as folhas a cair das árvores que ficam nuas e com seus ramos tistes.

Da minha varanda eu vejo os carros a passar, pessoas apressadas, as carrinhas a parar, a esplanada de um café, o hipermercado a encher e o talho a vender.

Da minha varanda ouço o portão a abrir e os meus amigos e familiares a entrar e a sair.

Da minha varanda ouço os pássaros a cantar, os cães a ladrar e os gatos a miar.

Da minha varanda eu faço coisas inesquecíveis: falo para não esquecer, sonho para não falar, vivo para nunca mais acabar…

Inês Ribeiro 5º A


Da minha varanda...

Da minha varanda vejo o metro a passar com algumas pessoas dentro, a viajar. O metro é de cor preta, a cor da escuridão, e amarelo,cor da luz.

Vejo as pessoas, umas a circular no passeio, outras a atravessar na passadeira e algumas a correr.

Vejo a padaria aberta com pessoas à porta, à espera da sua vez, para entrar e comprar o pão ou os bolos. Vejo num grande prado de ervas verdes dois cavalos, um preto e outro castanho, que passam o tempo a comer a relva fresquinha e macia

Afonso Rodrigues 5º A


Da minha varanda...

A minha varanda tem as paredes as paredes pintadas de amarelo torrado e o chão é de cerâmica vermelha. Tem um banco grande e verde e também umas flores muito elegantes que a minha mãe plantou com muito carinho.

Da minha varanda vejo as cores dos carros das mais diversas marcas.

Vejo também prédios muito altos e bonitos, algumas lojas e restaurantes que, por causa do confinamento, estão quase sempre fechados.

Vejo o deslumbrante ou triste sol que nasce pela manhã e mar gelado da Póvoa.

Sarah Larez 5º A.


Da minha varanda...

A minha varanda ocupa toda a frente da minha casa porque eu vivo no rés-do-chão de um prédio, situado numa zona histórica.

Da minha varanda, vejo uma praça em granito com um cruzeiro centenário. Em frente ao cruzeiro está uma antiga escola que agora é a sede dos escuteiros

Da minha varanda, também vejo o Mosteiro (a igreja, o convento e o albergue dos peregrinos). Mais à esquerda, está a Junta de Freguesia e uma capela. Toda esta zona está rodeada de espaços verdes.

Da minha varanda vejo a rua, a casa dos meus vizinhos e os peregrinos a passar.

Do lado direito da minha varanda, há casas muito antigas e uma delas tem dois leões no cimo do portal.

Da minha varanda, vejo, ao fim da tarde, o pôr do sol.

Francisca 5º A


Professora Paula Soares da Costa

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